Meu Passado me Condena

sábado, 23 de fevereiro de 2013

PERGUNTAS DE CRIANÇA


O casal havia se separado há pouco tempo e naquele dia o pai levaria a filha ao colégio. Lá chegando, a garotinha de sete anos estranhou a decoração e indagou o ciumento pai para saber do que se tratava.
- Pai, por que a escola está cheia de corações?
- Porque é dia dos namorados, minha linda.
- Aaah… – Respondeu a menininha com semblante reticente.
- E eu tenho namorado? – Perguntou a menininha a um pai agora de olhos arregalados.
- É claro que não, minha princesa! Tu ainda é pequena!
- Aaah…
- …
- E o que um namorado faz no dia dos namorados?
- Bem… Ele, ele, ele, le-le-leva a namorada pra passear, e, e, e, bom, dá um presente e…
- PRESENTE?
- É, um presente. – Disse ele ainda titubeando, mas aliviado.
- Aaah…
- …
- Pai.
- Oi, filha?
- Eu quero um namorado.
- Glup!
- Um, não! Eu quero dois namorados!
- …
- Papai, por que o senhor tá chorando?
- É, é, é que…
- Ah, deve ser por causa do presente. Faz assim: eu vou falar pra mamãe te dar um presente dela.
- Hã?
- É, papi! Mamãe é esperta! Ela ganhou cinco, cinco presentes!

Seguradora

Ela o achava perfeito – bonito, bem vestido, inteligente e cavalheiro. Um dia o pneu furou e ele ligou para a seguradora. Foi quando ela desistiu do relacionamento.

Retorica


Sabe… Tu é a coisa mais linda que já me aconteceu. Um presente de Deus. Tens um carinho tão belo comigo, cuida de mim, me faz querer seguir adiante. (…) Nunca amei alguém como te amo – e isso, é uma dádiva. Porque tenho meus momentos de confusão pessoal, e mesmo quando isso acontece, é tu que me vem na cabeça. Sei que cometo erros, como todo homem, e como todo ser humano, mas eu te amo. (…) Lembro de quando te vi, aquelas covinhas no teu sorriso me faziam um homem feliz, pensei que era com aquelas covinhas que eu deveria viver o resto dos dias! (…) Não, não sou um exagerado, apenas transformo em força verbal o que os meus olhos vêem e o intangível não pode pronunciar: que és minha alma gêmea, meu amor verdadeiro. Por isso te quero sempre por perto. (…) Ouça meu coração – ele está acelerado – agoniado, quase a desfalecer por ti neste momento. E este arrepio, consegue ver? É a química que nos enlaça, é a vontade, o desejo do teu cheiro. Um misto de felicidade e desespero que transforma estes dois sentimentos nessas lágrimas que derramo em tua frente, coisa que jamais fiz por mulher alguma em minha vida. (…) A verdade é que, sim, em muitas vezes não fui homem pra ti. Fui um imaturo, um moleque insensato, que não vê o teu valor. Mas que homem não é assim, não é mesmo? As mulheres são mais adultas que nós…não que isto justifique minhas falhas, mas quem não falha? (…) Minhas palavras, meu discurso está carregado de angústia, receio de tu não me compreender, de não ver o quão és vital pra mim e…
Ela o interrompeu desferindo uma bofetada de mão aberta, daquelas que deixam a marca vermelha da palma e dos dedos na face. Então, furiosa, respondeu:
- Vai pro inferno com esse teu papinho floreado, seu conquistador barato, cachorro! Não perdoo traição!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

ABANDONO SOCIAL

Ontem à noite, voltando para casa de carro pela Av. Luiz Ignácio de Anhaia Mello passando por um cruzamento,me deparei com um desses meninos que pedem dinheiro nos sinais.
Isso era por volta das seis horas da noite, mas, estranhamente havia poucos deles neste sinal, aliás, somente ele. O comportamento do jovem, de aparência débil, me chamou atenção. Pareceu-me alguém com um tipo de deficiência mental. O que não é nenhuma estranheza em se encontrar nesse tipo pessoa que vive sob tais condições. Como não tinha nenhuma moeda no momento, eu lhes dei um pacote de biscoitos polvilho. A minha atitude deu início um debate mental polêmico dentro da minha cabeça sobre ser certo ou errado dar dinheiro a essas pessoas que pedem nos sinais.
Tenho um amigo que há pouco tempo teve o seu celular roubado em uma parada de ônibus e ainda encontra-se bastante revoltado por isso, defende que a maioria desses jovens se acomoda com esse dinheiro que damos e passam a vida inteira sem procurar trabalho. Argumenta que a maioria deles não “são esses coitadinhos que a gente pensa”, que basta deixar alguma bolsa ou um objeto de valor fácil e eles não terão o menor escrúpulo em roubá-lo ou ainda em nos fazer um mal para conseguir isso. Por isso, afirma ser extremamente contra darmos dinheiro a eles nos sinais, concluindo ainda que esse dinheiro servirá unicamente para a compra de drogas.Mas depois eu paro e penso,ninguém tem condições de julgar a todos os jovens e crianças que pedem nos sinais, de maneira generalizada. Alguns deles, afirma, certamente não tem outra opção na vida. Ai eu levanto uma tese de que se qualquer um deles tivessem recebido a educação devida, a atenção e o carinho da família, certamente não estaria ali nessas condições. Alguma dessas coisas deve ter lhes faltado, senão todas, afirma.
Penso que, ambos os argumentos, embora aparentemente convergentes, tornam-se complementares para traçarmos o perfil das pessoas que vivem nas ruas, pedindo dinheiro e até roubando.Não podemos, realmente, ter sempre a postura ingênua de acreditar que só pelo fato de estarem naquela condição de “abandono social”, trata-se de “coitadinhos”, cujas condições lhes tornaram “almas humildes”, capazes de gratidão e reconhecimento pela ajuda que recebem de nós.Também, ao contrário, embora reconhecendo que são pessoas criadas sem educação para a ética e para o reconhecimento da solidariedade, mesmo assim, isso não as redime da condição de necessitarem de ajuda.Sem dúvida alguma, a ajuda de que necessitam efetivamente seria a de ter-lhes devolvido o direito de ter um lar, de estudar e de um emprego... Todavia, a ajuda que carecem no momento é imediata. Seja para saciar a sua fome ou o vício em drogas, que a maioria adquire. Porém, devemos ter a clareza de que a fome e o vício em drogas serão saciados de alguma forma e eles não podem esperar pelos programas sociais de resultados à longo prazo.Ou seja, não é o fato de nos negarmos a dar-lhes dinheiro que irá tirá-los da rua.O erro está em considerarmos ter cumprido o nosso dever social apenas assumindo a posição de ajudar ou deixar de ajudar essas crianças e esses jovens que perambulam pelas ruas.A nossa dívida social está longe disso. Ela vai muito além de discutirmos confortavelmente dentro do nosso carro, no aconchego dos nossos lares, nas escolas ou no nosso merecido trabalho, se é certo ou errado dar dinheiro aos pedintes nas ruas.Em um período como esse, de campanha política, o momento é propício para exercitarmos um grande dever social: escolher representantes políticos que apresentem projetos vislumbrando resolver problemas como esse.Muito embora, a ninguém compete conhecer verdadeiramente ás intenções de um candidato, é possível reconhecer um bom projeto quando constamos que este apresenta ações capazes de serem realizadas. A única pista confiável que temos para avaliar um candidato é a análise do seu histórico político. Devemos conhecer sobre a sua postura e os seus atos anteriores, realizados á serviço da sociedade.Temos que ter em mente, ainda, que somente eleger o nosso represente político não põe fim no nosso compromisso social. Acompanhar a sua trajetória, unindo-nos aos grupos ou comunidades para cobrar os projetos prometidos na campanha é a continuação do nosso dever.Além disso, sabemos que existem muitas ações sociais que independem de governos e que é possível descobrirmos uma maneira de contribuirmos para acabar com toda essa desigualdade social que nos cerca.Cada um a sua parte e todas as partes estarão unidas no resultado final.

Professor X Meus medos....

TEMO QUE AO INVÉS DE ORGULHO, O MEU ESFORÇO PARA GARANTIR A ASCENÇÃO DO PRÓXIMO, ALIMENTE A IDEIA DE QUE SOU ULTRAPASSADO.
· TEMO QUE A INGRATIDÃO COM A MINHA PROFISSÃO TORNE-ME UM CÉTICO DO MEU PRÓPRIO VALOR
· TEMO QUE OS ESFORÇOS PARA EXIGIR MEUS DIREITOS ENDUREÇA O MEU CORAÇÃO E EU OS DEFENDA AINDA QUE INFLIJA OS DIREITOS DA CRIANÇA.
· TEMO QUE A LUTA PELO RECONHECIMENTO DA MINHA PROFISSÃO OFUSQUE O MEU ENTENDIMENTO QUE EDUCAR É ANTES DE TUDO UMA MISSÃO.
· TEMO QUE DE TANTO SER EXIGIDO SEM AS DEVIDAS RECOMPENSAS EU PERCA O AMOR POR ENSINAR.
· TEMO QUE AO AFIRMAR QUE SOU PROFESSOR DESPERTE NOS OUTROS COMPAIXÃO AO INVÉS DE ADMIRAÇÃO.
· TEMO QUE A CADA GERAÇÃO, NOS VALORES REPASSADOS PELAS FAMÍLIAS, TORNE-SE MENOR O RESPEITO DOS ALUNOS PELO MESTRE.
· TEMO UM DIA PERDER O ENCANTO DE EDUCAR, SERÁ O MESMO QUE DESISTIR DA VIDA.

Por medo ou respeito?

Os frutos da educação serão esclarecedores de qual foi a estratégia utilizada para se conseguir a obediência.
Enquanto estiver numa posição de inferioridade é possível obedecer por medo ou por respeito. Se ocorrer uma inversão nos papéis, ou seja, quem está na posição de inferior ocupar a superioridade, sua atitude em relação a outra parte apresentará de imediato a diferença.
É comum acontecer com os filhos. Quando pequenos, se obedecem por medo, ao crescer frequentemente se impõe e desrespeitam aqueles que de superiores passaram a posição de inferiores devido à fragilidade da idade avançada.O contrário se dá com os filhos que crescem obedecendo por respeito e por admiração. Na fragilidade dos seus pais tornam-se gratos e amparadores.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Qual a finalidade de ser Ateu?

Ninguém, necessariamente precisa crer na existência desse Deus concebido pelos cristãos para tornar-se uma pessoa boa. Isso é fato. Embora seja preciso alertar que para muitos, cujo nível de ética não alcança ainda o ideal para garantir um convívio humano honesto, justo e solidário entre os seus, a religião é a única porta de entrada para sensibilizar a sua alma. E, nesses casos, tirando-se isso dessas criaturas, sem nada mais sólido para repor e garantir a mesma eficácia comete-se um crime tão cruel quanto o de deixar órfão e desamparado uma criança que acaba de vir ao mundo.
Que valia tem para mim, questionar a ignorância dos que acreditam em Deus, simplesmente pelo fato de não haver tecnicamente provas da sua existência, quando eu próprio prego com fervor a minha crença de que não existe Deus algum, sem, da mesma forma, ser capaz de apresentar respostas para muitos questionamentos pressentidos nas experiências humanas?
As questões existenciais que afligem a nós, os seres racionais, nos acompanha desde que teve inicio a nossa evolução para nos tornarmos humano. Fazemos da nossa pequena existência particular, de pessoa comum, e a daqueles que convivem conosco, algo tão importante que é difícil crer na ausência total de uma razão especial para esta vida que não seja simplesmente a de nascer fadado a morrer com se nunca tivesse existido.
Pensar que tudo foi criado sem nenhuma motivação é tão difícil de acreditar quanto ao contrário, se passarmos, por exemplo, a avaliar na inteligência que há na programação da própria evolução da espécie humana. Quando começamos também a observar na perfeição matemática dos ciclos da natureza; na tecnologia avançada do cérebro humano e de todo o funcionamento da máquina que há por baixo desse revestimento de carne, percebemos ser tudo tão incrível que fica difícil despirmos de toda a sensibilidade e da própria razão para afirmar categoricamente tratar-se apenas de uma evolução sem propósito nenhum.
Longe de mim ser um religioso. Não sou este. Não defendo a adoração e a veneração de um Deus. Até porque, aos que defendem a existência de um Deus pai perfeito, cabe indagar que perfeição é essa quando este “ser” que pregamos prefere ser exaltado orgulhosamente acima de seus próprios filhos? Sabemos que até nós humanos, imperfeitos que somos, quando verdadeiros e amantíssimos pais, com certeza não nos sentimos confortável diante daqueles que ignoram o valor dos nossos filhos atribuindo somente a nós, os pais, a honra e o mérito por todas as coisas.
Na minha total ignorância, eu creio. Creio em um Deus todo poderoso que não está no céu, mas que existe em cada ser humano numa ligação profunda que foge ao meu alcance a compreensão de tal. Todavia, acho impossível conceber que somos frutos do acaso e que todo o esforço que cometemos para evoluir quando passamos por essa existência é com um propósito unicamente de vaidade ou de bem estar próprio, passageiro e efêmero.Coloco na mesma balança de intolerância os crentes e os ateus.Prefiro a ignorância dos que não se conformam com dogmas e, embora admitindo o limite da sua compressão, buscam constantemente respostas, à ignorância dos “sábios” alienados proclamadores de crenças que se empenha em derrubar todas as outras se elevando como a única e verdadeira. Seja esta crença na defesa ou na negação da existência de Deus.

Todos merecem a Luz

Alguns dias atrás andando na rua parei em frente ao um Shopping, observei na calçada escura de um restaurante fechado, alguns meninos que se preparavam para dormir. Um já estava totalmente coberto com um lençol encardido, o outro, na medida em que se recostava na parede enfiava os braços para dentro da camisa numa tentativa de se amparar do frio.
Do lado oposto, a calçada iluminada do shopping acolhia outras pessoas, bem vestidas, sentadas em torno das mesas, em conversas alegres, degustando os seus pedidos. Algumas pessoas ao meu redor nem deram conta do que acontecia nas duas calçadas,algumas delas vivem como se o resto do mundo fosse perfeito, e se esquecem dos problemas dos outros.
Logo mais a frente, outro rapaz, de cabeça baixa e olhar perdido no vazio, me passava a impressão de alguém que não tinha mais nada com o que contar. Triste vida essa, pensei. A de quem não tem um lar, uma família, uma alimentação certa e um futuro para planejar.
Não importa os motivos que os levaram para lá.
Nunca deveriam existir calçadas escuras na vida de ninguém.
Deitar em uma cama quentinha, se enrolar em um cobertor limpinho, sentir-se protegido, amado, farto de alimento e cheios de sonhos para realizar, eram para ser direitos de todos os seres humanos.
Ainda no caminho, dei com algumas moças e rapazes que acabavam de fechar uma igreja e se dirigiam para as suas casas, com a bíblia embaixo do braço, de cabeças erguidas, transpareciam a sensação de paz e de dever cumprido.

- Em quantas desigualdades, meu Deus, se dividem os filhos teus?

Odeio politica

- Eu odeio política, tenho nojo... Não me envolvo com política de jeito nenhum! – Repetia categoricamente um amigo, para mim, ontem.
Olhe que ele não representa uma minoria, viu? Tem muita gente por aí proferindo esse discurso.
Como se realmente houvesse essa alternativa de não se “envolver” com política.
A não ser que tu pertença a uma tribo indígena, lá no interior da floresta amazônica.
...Mesmo assim, lamento informar que a política, decide a sobre qual deve ser tamanho das terras que os índios, que nem fazem questão de nos conhecer, têm direito. Isso e outras leis que de alguma forma acaba atingindo mesmo os mais isolados.
Não é difícil compreender o sentimento que leva a esse pensamento de repúdio à política.
Basta olhar nas caras desses candidatos, oportunistas, que desfilam nessa época distribuindo atenção, promessas e simpatias com a população.
Entre essas criaturas destacam-se aquelas figuras bonitas, visivelmente “bem nascidas” e “criadas para ocupar o poder”, acima dos desafortunados que os veneram como ídolos.
Em outro grupo, apontam os mais humildes, que de alguma forma alcançaram visibilidade diante da população, principalmente nas mídias de rádios e televisões.
Todos eles se revestem em “pele de cordeiro”, aproveitam-se da ignorância da maioria da população e fazem-na acreditar que se preocupam realmente com os seus problemas e que irão representa-la no poder.
O resultado, todo mundo conhece: os seus patrimônios particulares aumentam consideravelmente e usufruem de todas as regalias, em uma posição totalmente antagônica daqueles a que “diziam representar”.
E mesmo uns poucos que ainda carregavam de verdade a ideologia de serem porta-vozes do povo, logo são contaminados pela “amnésia política”, um mal contagiante, que os fazem esquecer totalmente dos pobres coitados que os colocaram lá e que acreditaram nas suas promessas.
O que fazer meu Deus? Estamos à mercê desse povo nessa época e, o pior, ao contrário do que o meu amigo declara, não podemos de forma alguma ficar sem se envolver com a política.
Penso que o nosso papel é fazer as escolhas que para nós parecem ser as mais corretas, com base na analise racional do perfil e da história politica que os candidatos apresentam.
Sabemos que não existe ser humano perfeito e, dessa forma, não podemos esperar encontrar a perfeição em nenhum político, mas podemos sim, analisar as suas posturas éticas enquanto ocupavam cargos anteriores. Isso nos dará uma garantia de conhecer a quem estamos oferecendo a nossa credibilidade.
Lembre-se de uma coisa: “Se tu não escolher, fazem por ti”.
É isso que devemos ter sempre na nossa mente. E ninguém tem mais competência do que a gente mesmo para escolher o que o que é melhor para nós.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Isso é o que eu sinto por ti!!

Seu jeito bobo, sua voz doce, seu calor, seus momentos inesperados, seu jeito de sorrir, de falar, até mesmo de me fazer sorrir com gestos pequenos e intensos, me faz apaixonar cada vez mais por ti.Quero me casar contigo, porque é a primeira pessoa que quero ver ao acordar de manhã e a unica que quero dar um beijo de boa noite, porque quando se ama alguém como eu te amo, casar é a única coisa a fazer..
Eu te amo,mais do que deveria mais do que posso e mais do que sou capaz de suportar ,e não há nada, absolutamente nada que possa fazer com que isso acabe,é estranho e até complicado de explicar, se é que há formas de explicar uma coisa como essa. Um sentimento que me renova, me faz bem,um sentimento perfeito e que me faz querer viver,é algo que eu nunca senti por ninguém e pra ser sincero nem quero sentir.
Quero te fazer feliz... Não preciso que ninguém acredite no meu amor por ti,apenas quero tu acredite,não temos que provar nada a ninguém apenas para nós dois mesmo... O que eu sinto aqui dentro é inexplicável,e se um dia eu tentar explicar e acabar entendendo,não sera mais amor,então prefiro ficar sem entender. Eu te amo Roberta!

EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO,EU TE AMO.
ESTÁ DIFÍCIL OU TU QUERES QUE EU DESENHE MEU AMOR?